Quanto custa um site para advogado em 2026?
Se você é advogado e está pesquisando "quanto custa um site", provavelmente já está num ponto da decisão: quer construir um canal próprio para ser encontrado por potenciais clientes, sem depender só de indicação. Então vamos direto ao que importa, sem rodeio de agência.
A resposta honesta é: depende do que o site precisa fazer pelo seu escritório. Um cartão de visitas digital custa uma coisa; uma estrutura pensada para ser encontrada quando alguém busca "advogado trabalhista no Rio" custa outra. A diferença não está no design, está no que acontece depois que o visitante entra.
Antes de falar de número, vale entender o que você está comprando. É exatamente isso que detalhamos na página de sites para escritórios de advocacia: não é "uma página bonita", é uma estrutura de presença digital que transmite autoridade e facilita o contato de potenciais clientes no momento da decisão. Guarde isso, porque é o que separa um gasto de um investimento.
Quanto custa um site para advogado em 2026?
Para você não sair daqui só com um "depende": em 2026, pela faixa que praticamos e que se vê no mercado, um site para advogado costuma variar de R$ 1.500 a R$ 12.000 ou mais, conforme o escopo. É uma faixa ampla de propósito. O que define onde o seu projeto cai é o que o site precisa fazer.
Dá pra organizar em três faixas. Os valores variam por região e por profissional, mas a lógica é esta:
- Básico: site institucional simples (faixa mais baixa). Uma página ou poucas seções: quem é você, áreas de atuação, contato. Resolve o "ter um endereço na internet", mas não foi feito pra ranquear. Serve pra quem só quer não parecer amador quando alguém pede o site.
- Intermediário: site com SEO local (faixa intermediária). Páginas por área de atuação, conteúdo pensado pra busca ("advogado de família na Tijuca"), velocidade no celular, botão de WhatsApp. É a faixa que começa a gerar presença e facilitar contatos qualificados, não só existir.
- Avançado: site + automação (R$ 8.000 a R$ 12.000 ou mais). Tudo acima, mais triagem de leads, integração com WhatsApp, agendamento de consulta, às vezes atendimento com IA. Faz sentido pra escritório com volume, que perde tempo filtrando contato que nunca vira caso.
Resumindo numa tabela:
| Tipo de site | Indicado para | O que costuma incluir | Faixa aproximada |
|---|---|---|---|
| Institucional simples | advogado autônomo ou escritório pequeno | apresentação, áreas de atuação e contato | R$ 1.500 a R$ 4.000 |
| Site com SEO local | escritório que quer ser encontrado no Google | páginas por área, conteúdo otimizado, velocidade e WhatsApp | R$ 4.000 a R$ 8.000 |
| Site com automação | escritório com maior volume de contatos | SEO local, triagem, WhatsApp, agendamento e integrações | R$ 8.000 a R$ 12.000+ |
Repare que a conversa não é "barato x caro", é o que o site faz. Um site barato que ninguém encontra sai caro de outro jeito. Escrevemos sobre essa armadilha em quanto um site barato faz você perder, e vale a leitura antes de decidir só pelo menor preço.
O que faz o preço de um site para advogado subir ou cair
Quando você pedir um orçamento, o valor vai depender de:
- Número de áreas de atuação. Um advogado focado em previdenciário precisa de menos páginas que um escritório com cinco áreas, e cada área bem trabalhada é uma porta de entrada diferente no Google.
- SEO local incluso ou não. Um site "entregue e tchau" é mais barato que um site estruturado pra aparecer nas buscas da sua cidade. O segundo custa mais porque dá trabalho de verdade, e é o que aumenta a chance de retorno.
- Automações. Triagem de lead, WhatsApp e agendamento economizam horas suas, mas somam ao projeto.
- Conteúdo. Quem escreve os textos? Conteúdo jurídico claro, que informa sem ferir o código de ética, é parte do valor.
Conformidade com a OAB não é opcional
Um ponto que muda o preço (e que escritório nenhum deveria pular): o conteúdo precisa respeitar as normas de publicidade da advocacia. Nada de promessa de resultado, sensacionalismo ou captação mercantilizada. Um projeto sério deve considerar as diretrizes do Provimento nº 205/2021 da OAB, que trata da publicidade e da informação na advocacia, além das demais normas aplicáveis. Na prática, isso significa construir uma presença digital informativa, sóbria e sem promessa de resultado: autoridade técnica e informação clara sobre as áreas de atuação. Isso é trabalho a mais, e está embutido no valor de quem faz direito.
As páginas por área de atuação, por exemplo, são informativas, não persuasivas nem de autopromoção: descrevem o que você faz e para quem, sem comparação com colegas ou promessa de êxito. É assim que o conteúdo capta a busca certa e, ao mesmo tempo, fica dentro da norma.
Este conteúdo é informativo e não substitui a análise das normas atualizadas da OAB pelo próprio escritório.
Como saber se o investimento se paga
Aqui está a conta que importa pro seu escritório: quanto vale um único caso novo? Se um contato qualificado vindo do Google se transforma em contrato, ele pode compensar parte relevante do investimento. Aí a pergunta deixa de ser "quanto custa" e passa a ser "quanto pode estar me escapando todo mês sem isso".
E isso não é só palpite: segundo a pesquisa Local Consumer Review Survey 2026, da BrightLocal, feita com consumidores americanos, mas que indica um comportamento que também se aplica ao mercado brasileiro, o Google segue entre as principais plataformas que as pessoas usam para avaliar negócios locais (BrightLocal). Não é um dado específico da advocacia, mas reforça algo que vale para o seu escritório: antes de entrar em contato, muita gente pesquisa, compara e observa sinais de confiança online. A questão é o que ela encontra quando procura você.
E tem uma mudança recente que ninguém pode ignorar: cada vez menos gente pesquisa só no Google tradicional: boa parte pergunta para uma IA. Na mesma pesquisa, a fatia de consumidores que usa IA para encontrar negócios locais saltou de 6% para 45% em um ano, com o ChatGPT na frente (BrightLocal). Um site com SEO local bem feito, somado a um Perfil da Empresa no Google bem cuidado, é o que ajuda você a aparecer nessas duas frentes. Site sem perfil é meia presença.
A real sobre preço
Não existe número único porque não existe escritório único. O advogado autônomo começando tem uma necessidade; a banca com várias áreas tem outra. Na prática, para estimar o seu caso:
- Liste suas áreas de atuação: cada uma é uma página e uma porta de entrada no Google.
- Defina se quer só estar online ou ser encontrado (SEO local muda a faixa).
- Decida quais automações valem agora (triagem, WhatsApp, agendamento) e quais ficam para depois.
O resto é um diagnóstico honesto: olhar o seu caso, sua área, sua cidade, e dizer o que faz sentido, sem te empurrar automação que você não vai usar.
É assim que trabalhamos na criação de sites para advocacia aqui no Rio de Janeiro: diagnóstico inicial, orçamento sob medida e foco no que faz sentido pro seu escritório. Quer uma estimativa realista para o seu caso? Fale com a Mowebstudio pelo WhatsApp e conte sua área de atuação, sua cidade e o objetivo principal. Com isso, conseguimos indicar o que o seu site precisa ter, e o que pode ficar para uma segunda etapa.
Perguntas frequentes sobre preço de site para advogado
Quanto custa um site para advogado?
Um site para advogado pode variar de R$ 1.500 a R$ 12.000 ou mais, dependendo do escopo: número de páginas, conteúdo, SEO local e integrações. Projetos simples custam menos; sites com páginas por área de atuação, estratégia local e automação exigem mais investimento.
Advogado precisa de site?
Não é obrigatório, mas um site ajuda o escritório a ter presença própria, transmitir confiança e facilitar o contato de potenciais clientes que pesquisam no Google antes de tomar uma decisão.
Site barato vale a pena para advogado?
Pode valer se o objetivo for apenas ter uma presença institucional simples. Mas se o escritório quer ser encontrado no Google, transmitir autoridade e organizar melhor os contatos, um site muito barato costuma deixar de fora partes importantes como SEO local, conteúdo e performance.
O site de advogado precisa seguir regras da OAB?
Sim. A comunicação digital na advocacia deve respeitar as normas aplicáveis, incluindo o Provimento nº 205/2021 da OAB. O conteúdo deve ser informativo, sóbrio e sem promessa de resultado.
Fontes
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